About Me
|
"Talvez devesse começar por dizer que és uma miúda muita boazona, mas isso qualquer pessoa vai ver assim que clicar em 'Fotos', portanto vou passar adiante e deixar claro que és um ser complexo! Sincera? Do mais que se pode apanhar, mas ao mesmo tempo tão dedicada e tão preocupada! És daquelas que não dorme se o amigo esta' mal, daquelas que e' feliz se o amigo está feliz também! Essa e' a principal qualidade que eu aprecio em ti, a extrema dedicação que tens pelas pessoas que amas! Mas há outras coisas que quero salientar, a extrema facilidade que tens em divertir os outros seja com o teu sentido de humor ou mesmo com as centenas de expressões que inventas com coisas simples que na maior parte das vezes nos passaria ao lado. A tua persistência, a tua determinação, o teu valor como ser humano por seres assim e' motivo de orgulho para qualquer um que se julgue teu amigo! De teimosa e refilona também não te livras e quando estás convicta e meia chateada abres esses olhos, levantas o narizinho de folha e falas com aquele tom que mete respeito a qualquer um! Quando a Helena da' uma gargalhada e se contorce de tanto rir da' gosto rir com ela e quando a Helena chora e' impossível não nos comovermos também! E' uma força da Natureza que cai e se torna tão frágil! Amo aquele 'teu' que existe ai' dentro e que sei que gostas de 'esconder'! Admiro as tuas palavras, a tua facilidade em me explicares como tudo pode ser descomplicado e orgulho-me da amiga que conquistei! Uma amiga que escuta, que repreende, que ajuda, que acaricia, que não falha! E' por tudo isto e por muito mais que és amada e respeitada por muita gente!
'HelenaValente', o nome diz tudo meu eterno amor
<3 : $ "
Não sei se a minha mãe faria melhor . 'parasempre'
<3 J*
|
Interests
Favorite Quote
Tive de o perder para entender que o sabor das coisas recuperadas é o mel mais doce que podemos experimentar.
|
Journal

“O futuro, o meu futuro. Que poderei eu dizer sobre ele? Eu não sei nada da vida. Tenho dezassete anos, deverei eu saber o que quero fazer no resto da minha vida? Se não, deverão os outros direccionarem-me, escolher algo por mim? Hoje em dia, cada um de nós, das novas gerações, cresce com o sonho de uma profissão perfeita, de um trabalho ideal. É algo que nos é incutido a uma idade cada vez mais tenra, e que cada vez mais é intrínseco. Teremos sonhos ou objectivos, ideais ou idealismos? Por vezes não sei, eu nada sei da vida. Conheço tantas pessoas que, por não entrarem no curso que desejavam, passaram cada um dos anos vindouros a tentar, frustradas com a sua situação, infelizes com a vida. Pergunto-me até que ponto isso se justifica. Eu não sei nada da vida, mas esforço-me e tento dar o meu melhor, e procuro não me esquecer em cada dia a razão pela qual estou na escola: quero estudar para poder ter um bom emprego, uma boa vida, sustentar a minha família e não passar por privações; encontrar a minha vocação e ajudar a sociedade no que puder também são factores importantes, claro, mas tento não me limitar. Como diz uma música da Mafalda Veiga, o mundo também espera de nós, e não podemos apenas limitar-nos a exigir dele; há que dar algo em troca. Quanto a mim, aprendi a gostar de tudo, interessei-me, abri o meu campo de opções, e assim sei que não serei infeliz com a minha escolha profissional. Espero que essa escolha me permita retribuir ao mundo o tanto que faz por mim todos os dias. Não julguem que não tenho preferências, é claro que tenho. Apenas não me agarro a elas com os dois braços, pois se deposito num rumo toda a minha fé, todo o meu trabalho e toda a minha esperança, e esse rumo me foge, fico sem nada. Devemos sim agarrar com um braço o nosso trilho, e deixar o outro livre para amparar eventuais quedas, para nos ajudar quando algo correr mal. Traçar o nosso destino a caneta, mas não nos esquecermos de marcar a lápis caminhos alternativos, vias de segurança. O que eu mais admiro na condição humana é a capacidade de adaptação, e penso que tenho isso. Todos temos. Mas, com tanta diversidade, essa capacidade foi-se perdendo, e as pessoas começam desde cedo uma qualquer obsessão com um dado trabalho. Na maioria das vezes, nem é o fascínio por essa actividade, apenas a fixação dessa mesma ideia. O trabalho ideal é algo a que todos aspiramos, mas não nos reduzamos a isso. Se desenvolvemos utopias, eu não sei, pois sou uma simples rapariga que nada sabe da vida. Apenas sei que, tendo ou não atingido o meu sonho profissional, o que eu quero é trabalhar. Hoje em dia, a vida está difícil, e não há lugar para alimentar quimeras. Hoje sou uma comum estudante mas sei que amanhã serei mulher, mãe, astronauta, polícia, médica, cientista. Hoje sou o que quero, mas não fecho as portas à possibilidade de amanha ser aquilo que me deixarem. E sê-lo-ei com afinco e determinação!" (ARM)
|
|
|
|
pastilhas vindas dali têm outra potencia!É que ate curto estar a falar a parva contigo naquelas situaçoes!
uuuu que cheirinho...
ly;D