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Pedro :: Profile (389 views)
Status: in profound aceptance of my mortal condition.......hoppng that human kind discover a way to become a fuckin imortal kind...... - Comment »
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Age

38

Birthday

August 9

Location

lisbon, Portugal

Languages

Portuguese, Italian, English, French, Spanish

About Me


gostava de viver 150 anos...50 para aprender...50 para executar e 50 para ensinar....

Interests

Sempre tentei conciliar os meus interesses com o trabalho...ja fui ajudante de mergulhadores profissionais...eu tirei o curso de tecnico de manutencao de aeronaves....fiz producao de filmes e filmes publicitarios durante anos....preparei videos...eu sei la......
Viajar sempre foi uma prioridade....Europa esta quase toda....com preferencia para Italia....visto ter vivido e estudado em Milao......
Realizacao de video um sonho realizado ....agora so preciso de tempo para editar os mesmos...a pintura a oleo continua a precisar de tempo...Fotografia a primeira paixao.... sera sempre um momento congelado da loucura de um homem para fazer a foto que realmente quer....tenho historia muito doidas.....ahahahahah
O meu trabalho....... continua a ser a coluna vertebral do meu eu criativo ....Arquitectura aborda tudo e tanto....neste momento ando maluco com a salsa....so penso em dancar salsa....logo se ve o que vem a seguir....ahahahahahah

Favorite Music

Pensem na musica que toca no Lux Fragil, na Capela no Bairro Alto, no O-Part, Pensem na Radio Oxigenio, definitivamente na Radio Marginal e para nao dar atencao a musica Radio Mix
Sempre gostei do HypeMeco
Talvez uma das preferidas seja goldfrapp
Musica talvez Chris Ysaac....Wicked Games (Velhinhaaaaaaaa)
De resto tenho musica q ainda nao tive tempo de ouvir


Int�rprete/Banda actual preferido(a): Impossivel definir..sao tantos

M�sica preferida: Impossivel definir..sao tantos

�lbum preferido: Impossivel definir..sao tantos
 

Favorite Movies

Viagem ate ao fim do mundo de Win Wenders
Delicatessen um outro classico
Asas do Desejo
Pensem no Indie Festival ou no Cinema King Triplex ou Quarteto, mas tambem entro na onda da Pipoca apesar de nao comer
Filme preferido:Matrix e underworld (lycantropus)
 

Favorite TV Shows

RTP2...por outro lado
Oprah...
Dr. Phill
Cultura em geral
enfim tudo que me diga como vai o mundo por ai...
Gato Fedorento­
 

Favorite Books

neste momento....O Planisferio Horizontal de goncalo cadilhe (conjunto de relatos para o jornal Expresso...aquando da viagem sem avioes a volta do mundo)....espetacular
O sentido da alma de Thomas Moore (um bom momento para olhar para o meu narcisismo)
Ao volante pela cidade de Manuel Graca Dias (que bela descricao da nossa cidade de Lisboa.....entrevistas na radio renascença compiladas e transcritas para este magnifico livro)
O perfume um classico de muitos anos (dos meus tempos de jovem ecletico e louco...lolol)
Devo dizer q sou um pouco preguicoso na leitura......mas sempre pronto para estar a fazer nada...AHAHAHAHAH
 

Favorite Quote

vini...vidi...vici....vim vi e venci
quid pro quo....dar e receber...dificil traduzir
cliche muito correcto....carpe diem
espera ai que o Pai ja vai....
Fodasse como e que e possivel.....
Vira milho......
 
 

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vampiros : Jun 24, 2008
A crença em criaturas vampíricas provavelmente remonta às experiências humanas muito antes do advento da palavra escrita. Tanto um temor respeitoso em relação aos mortos como uma crença nas propriedades mágicas do sangue podem ser encontradas em culturas do mundo todo. Contos modernos e antigos sobre chupadores de sangue , voadores noctívagos e sobrenaturais, tais como a Lamia(Bruxa, na mitologia grega) , são características, sob muitas formas, de muitas culturas mundiais.

O conceito específico dos mortos retornando para atacar e alimentar do sangue dos vivos encontrou sua maior expressão na Europa cristã. No século 12, o historiador William de Newburgh relatou diversos casos de mortos retornando para aterrorizar, atacar e matar durante a noite. Identificou esse tipo de espírito maligno com o termo latino sanguisuga. Na maioria dos casos sobre os quais escreveu , a única solução permanente era desenterrar e queimar o corpo do assaltante acusado.

Embora nenhuma crença prolongada nesses seres tenha continuado entre os ingleses, a onda de relatos virtualmente idênticos varreu grandes áreas da Europa oriental, do século 16 ao século 18. Uma grande variedade de termos foi desenvolvida para designar esses seres, tais como variações do termo sérvio vulkodlak (extraído da palavra que designa o lobisomem). Outros termos usados na Sérvia , vampir (de origem questionável) e palavras relaci, também se deseminaram.

Ao longo do tempo , esses relatos sobre vampirismo se infiltraram na Europa ocidental, onde se tornaram foco de discussão intelectual. Em 7 de janeiro de 1732, um relatório oficial foi assinado pelo cirurgião do regimento de campanha Johannes Fluckinger, do governo austríaco (e três de seis assistentes), detalhando suas investigações sobre vampirismo na Sérvia. O relatório indicava diversas mortes na vila de Meduegna cinco anos antes, cuja culpa recaíra sobre um homem chamado Arnold (Paole) Paul, que alegara Ter sido mordido certa vez por um vampiro e subseqüentemente morrido. Alguns acreditaram que ele tinha voltado do mundo dos mortos e os estava atormentando. Seu corpo, quando exumado, parecia estar em bom estado, mas o sangue escorria de sua cabeça e mais sangue espirrou quando foi açoitado. O cirurgião de campanha e seus assistentes estavam investigando uma nova onda de ataques alegadamente vampíricos na área quando examinaram outros supostos vampiros, que foram desenterrados. Oito, cuja aparência foi considerada extraordinariamente fresca, foram queimados.

Dom Augustin Calmet, um abate beneditino e renomado estudioso da Bíblia, publicou um tratado sobre os vampiros em 1746, no qual narrou, entre outros relatos, a história de Arnould Paul. Apresentou várias explicações racionais, mas também deixou em aberto a possibilidade de que algo sobrenatural poderia estar ocorrendo.

Um jovem escritor e médico do século 19 que pode Ter se familiarizado com as teorias de Calmet sobre os vampiros foi John Polidori, um imigrante italiano residente na Inglaterra. Em 1816, durante um certo período, Polidori foi companheiro de viajem do aclamado poeta e escritor Lord Byron. Enquanto estava com Byron e um pequeno grupo de pessoas hospedadas na Villa Diodati, nas cercanias de Genebra, Polidori se juntou aos que, por sugestão de Byron, inventavam histórias de fantasmas para seu mútuo entretenimento. Uma das presentes era Mary Shelley, cuja história se transformou mais tarde no clássico romance de horror Frankesntein. A história de Byron era sobre um homem à beira da morte, que fazia seu companheiro de viajem jurar não revelaria sua morte a ninguém. Anos mais tarde, Polidori juntou a idéia básica de Byron com um motivo vampírico. Usando Byron como modelo, criou o vampiro Lord Ruthven, um aristocrata viajante que atraía e matava mulheres inocentes a fim de se alimentar de seu sangue. Sua historia inspirou diversas peças de teatro e outras obras de criação durante o século 19.

Em 1872, uma imagem mais inovadora para o vampiro foi apresentada pelo escritor irlandês Sheridam Le Fanu, com o lançamento de seu conto "Carmilla", que incorpora as crenças vampíricas a uma ambientação gótica. A historia gira em torno de uma vampira que desenvolve uma longa ligação com uma vítima do sexo feminino. Insinuações eróticas nesse estranho e sinistro vínculo entre vampira e vítima ecoam ao longo de toda a história.

Em fins de século 19, o romance Dracula, de Bram Stoker, iniciou a era da ficção que continua até hoje. Dracula criou o vampiro vilão definitivo, utilizando elementos dos trabalhos de Polidori e Le Fanu para produzir um pano de fundo gótico para a história de um predador aristocrático profano saído do túmulo, que hipnotiza, corrompe e se alimenta das lindas jovens que mata. Stoker revelou todo o impacto das conotações psicossexuais envolvidas no relacionamento entre vampiro e vítima, mostrando a notável semelhança entre ânsia de sangue dos mortos-vivos e a sensualidade reprimida dos simples mortais. Um elo psíquico ainda mais profundo está indicado quando uma vítima do sexo feminino é forçada a beber o sangue de Drácula como parte de sua transformação em vampira.

Após o lançamento do extraordinário romance Dracula, em 1897, poucos romances foram publicados durante mais de meio século, e os que foram não eram dignos de nota. Porem na primeira metade do século 20novos romances e contos do gênero horror injetaram sangue novo ao tema. Particularmente em revistas de produção precária do tipo "horror", como Weird Tales.

Todavia, uma grande influência sobre a percepção pública do vampiro veio de filmes exibidos para grandes audiências. Boa parte dos primeiros filmes não conseguiu atrair o público no lançamento. O filme mudo alemão de 1922, Nosferatu, Eine Symphonie des Garuens, dirigido por F.W. Murnau, retratou com sucesso um vampiro de aparência mórbida e revoltante.

Outros se seguiram a este como Bram Stoker`s Dracula , em 1992 ou London After Midnight, em 1927. Diversas serie na televisão. Porem os filmes das décadas de 20, 30 e 40 consagrarão autores como lendas vivas do mito do vampiro , como o filme Dracula da Universal , estrelado por Bela Lugosi, Bela fez o papel de vampiro no palco e na tela várias vezes. Outros como Christopher Lee , em Horror of Dracula de 1958.

Alguns anos após o término de uma cultuada série de TV sobre vampirismo conhecida como Dark Shadows, em 1971, apareceu um romance que retratava o vampiro tanto como herói trágico como anti-herói. Interview with a Vampire, de Anne Rice , publicado em 1976, faz uma apreciação altamente introspectiva da vida de uma vampiro de nome Louis. A autora pinta um retrato macabro de uma pessoa altamente erudita e sensível que é atirada, sem saber , no fantasmagórico mundo dos vampiros. Louis é forçado a lidar com sua imortalidade enquanto procura algum sentido de identidade em sua existência de assassino movido a sangue.

Os anos 90 lideraram o que se parece ser uma explosão de interesse pelos vampiros. A revolução da TV a cabo e do vídeo tape tornou acessíveis quase todos os numerosos filmes sobre o tema. Uma torrente sem fim de romances vampíricos foi lançada- diversos por mês, ou semana. Um crescimento contínuo de romances sobre vampirismo em forma de seriados alcançou números sem precedentes para um único assunto considerado uma parte apenas do jogo do horror.

Para algumas pessoas, isso vai além da mera simpatia pelo gênero para se tornar parte de um estilo de vida. Um exemplo disso está no cenário moderno da música gótica, no qual o gosto pelos vampiros e uma aparência vampírica estilizada podem ser considerados praticamente normais.
Em resumo: Os vampiros são para sempre.
 

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