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Reverend, reverend,
Is this a conspiracy?
Crucified for no sins
No revenge... beneath me.
Lost within my plans for life,
It all seems so unreal.
Im a man cut in half in this world,
Left in my misery.
The reverend he turned to me
Without a tear in his eyes.
Its nothing new for him to see,
I didnt ask him why.
I will remember...
The love our souls had sworn to make.
Now I watch the falling rain
All my mind can see now is your (face).
Well I guess
You took my youth
And gave it all away.
Like the birth of a new found joy,
This love would end in rage...
And when she died
I couldnt cry,
The pride within my soul.
You left me incomplete
All alone as the memories now unfold.
Believe the word.
I will unlock my door...
And pass the cemetery gates.
Sometimes when Im alone,
I wonder aloud,
If youre watching over me
Some place far abound.
I must reverse my life
I cant live in the past.
Then set my soul free,
Belong to me at last.
Through all those complex years
I thought I was alone.
I didnt care to look around
And make this world my own...
And when she died
I shouldve cried and spared myself some pain.
You left me incomplete,
All alone as the memories still remain.
The way we were,
The chance to save my soul...
And my concern is now in vain.
Believe the word,
I will unlock my door...
And pass the cemetery... gates
Cavamos fundo no coração em busca das rimas reais
As superficiais são extraídas
Está de volta a comitiva emblemática
A nossa clique é dealemática
Gajos vão para os jornais dizer “eu sou demais, faço e aconteço”
Moço tu és um fracasso
Mentes porque no fundo tu és um frustrado
Por não seres o que realmente tens mostrado
Tomaste-nos por trastes como tu
Tu tens a alma no cú, queimaste-te, catástrofe
Início do Juízo final,as massas em Fátima avistam a nave espacial
Atenção: invasão dos extra-dealemestres
Teste 1,2 ... 1,2 terrestres ...
Vocês tão em vias de extinção
Seres humanos como animais racionais de estimação
X-Pião infiltrado, Fusão mau contacto, o mercado já foi esmagado
Saímos das criptas com visões apocalípticas,
Trazemos o machado que decepa as mente cépticas
As nossas vidas não são movidas por cifras
Temos um objectivo, eliminar ervas daninhas
Super-heróis urbanos neste tempos mundanos
Cercamos em pentágonos não há fuga pelos flancos
Sem subterfúgios, esconderijos ou saídas
Falsos cometem arakiri como virgens suicidas
Quando criticas não é uma banda ou um artista
É todo um movimento que te tem debaixo de mira
Dealema é a omnipotência de resistência
Com residência vitalícia na vossa essência
Encarcerados no teu subconsciente
Permanentemente a dar a face na linha da frente
Somos o toque da corneta que anuncia o ataque
O golpe da baioneta na frente de combate
As pílulas de estado de espírito podem ser perigosas
Numa crise há um aviso no frasco
Em letra miúda – “não ingerir em situações potenciais de risco”
…’Tava só a ler um livro!
Mais uma obra dealemática
Viemos liquidar falsos génios com hip hop lacrimogéneo
Soberbo, música de guerra é um passatempo
O êxtase é tanto que brincamos com relâmpagos
Tortura, ripostar é um acto de loucura
Vão p’ró caralho betos, já se julgam homens de rua
Caçadores sem rosto com fome de lobo
O vosso projecto é como um bebé que nasce morto
Profetas de sangue frio, inquisição, pernas abertas em posição de violação
À velocidade de um pensamento não há arrependimento
Tu baixas a cabeça isto é música de enterro.
Isto é música de enterro não existe arrependimento
Viajamos à velocidade do tempo
Interrompemos este tempo de antena pra notificar
Que por estas bandas tudo continua na mesma
Cinco no recinto virando barcos como tinto
Fechando tascos em compassos, sócios gritam “tá limpo”
De corpo e alma sem veneno, dealemático e sereno
Em beats e versos 4 por 4 todo-o-terreno
Se a gera excede a regra mantém-se firme como pedra
Ao contrário de quem abre a boca, é para entrar mosca ou sair merda
Nós construímos um futuro mais próspero
Queimaste rapidamente, cabeça de fósforo
Falas muito do meio e nada fizeste por ti
Há merdas neste mundo que até o diabo se ri
Não encenamos peças, não vamos em conversas
Nem cremos em promessas, vê se dispersas
I? the one who made the world what it is today
I? the one who caused the problems started long ago
But now i deal with all the consequencies that troubles our times
I cary on and never once even questioned why
I?cent
But the weight of the world is on my shoulders
I?cent
But the battles started are far from over
We?t the ones who leave the homeless in the streets at night
We?t the oneswho?pt minorities and women down
Still we grow and then the problems they become our own
we carry on without even realising why
we?t the ones whose poluttion blackened our skies
and ruined our streams
we?t the ones who made the nuclear bombs
they threathen our lives
we?t the ones who let the children starve in faraway lands
we?t the ones who made the streets unsafe at night
and if we make some contribution to the polight we see
still our descendance will inherit our mistakes of today
they will suffer the same as we and never wonder why
01-06-1982 Dia Mundial da Crianca
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vais te arrepender porque vai ser so sopa e suminho de laranja :).
akele abraçao