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Helena :: My Profile (683 views)
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Oct. 07: UM RECADO
Sep. 24: ........
Sep. 15: SORTE

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SONHOS SO SE REALIZAM QUANDO ACREDITAMOS........ SE VOCÊ AMA ALGUMA COISA, DEIXE-A LIVRE. SE VOLTAR, É SUA. SE NÃO VOLTAR, NUNCA FOI..." "Os ventos, que às vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isso, não devemos chorar pelo que nos foi tirado e, sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois, tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre!" (Fernando Pessoa) click to comment
 

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UM RECADO : Oct 7, 2008
“... O problema não é as palavras chegarem até mim... porque essas garanto-te que chegam! O problema é as pessoas conseguirem entrar dentro de mim... outras é porque já lá estiveram e não se souberam manter...”

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Leave a comment for Helena {1}

Oct 5, 2008 8:25 PM
 
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Oct 3, 2008 8:16 AM
 
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Sep 30, 2008 10:04 PM
 
Minha doce Helena,desejos de um bom dia.Adoro-te BUÉ.Beijo GRANDEclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to comment
 
Sep 25, 2008 9:22 AM
 
Martírio


A linda morena que, louco, adorava,
Que em sonhos beijava, tremendo de amor,
Não viu meus amores, descreu do meu canto,
Sorriu do meu pranto, com riso traidor.


Cismava — era ela o meu bom pensamento;
O meu sentimento se louco sentia;
Meu anjo da guarda nas noites de insônia,
Meu doce favônio se a espr’ança nascia.


E sempre eu a via: no céu seus encantos,
Na brisa os seus cantos julgava escutar,
Na noite o negrume dos negros cabelos,
Seus olhos tão belos no belo luar.


Mas foi um delírio de louca miragem
Formosa paisagem do amor que sonhei...
A rosa que dei-lhe, queimada de beijos,
Serviu aos desejos de alguém? oh! não sei...


Mulher, sim, não rias do pobre, do triste!
Por que não cuspiste na pobre flor?
Mas fundo desprezo mostrar-me quiseste,
Ludíbrio fizeste de mim, deste amor...


Pois bem; eu não posso deixar de adorar-te...
Quem pode escapar-te, quem pode esquecer-te?
Desprezos não matam amores tão santos,
Só posso meus prantos p’ra sempre esconder-te.


Despreza-me, virgem, minh’alma te implora!
Verás nessa hora que chama de amor!
E cada suplício que sofra minh’alma
É mais uma palma da c’roa da dor.
 
Sep 23, 2008 4:38 AM
 
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Sep 22, 2008 7:51 AM
 
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Sep 13, 2008 5:36 AM
 
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Sep 11, 2008 9:16 AM
 
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Sep 6, 2008 10:58 AM
 
Beijinhos, mensagem recebida.Adoro-te.click to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to comment
 
 
Sep 4, 2008 8:01 AM
hu says:
 
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Sep 2, 2008 8:59 AM
 
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Aug 29, 2008 9:46 PM
 
Cheio da tua ausência me angustio a cada hora que passa... a cada instante... - pelo meu pensamento, como um fio, és uma gota d'água, tremulante... Uma gota suspensa e cintilante, límpida e imóvel como um desafio... Tua ausência, - é a presença triunfante daquela gota que ficou no fio. . . As outras todas, céleres, pingaram, e caíram na terra onde secaram, só tu ficaste, última gota, assim como uma estrela sem ter firmamento, suspensa ao fio do meu pensamento e a brilhar, sem cair... dentro de mim... ( Poema de JG de Araujo Jorge click to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to comment
 
Aug 29, 2008 7:18 AM
hu says:
 
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Aug 28, 2008 3:56 AM
 
click to comment As mãos Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se faz o poema – e são de terra. Com mãos se faz a guerra – e são a paz. Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra. Não são de pedras estas casas mas de mãos. E estão no fruto e na palavra as mãos que são o canto e são as armas. E cravam-se no Tempo como farpas as mãos que vês nas coisas transformadas. Folhas que vão no vento: verdes harpas. De mãos é cada flor cada cidade. Ninguém pode vencer estas espadas: nas tuas mãos começa a liberdade .......Manuel Alegre. click to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to comment
 
Aug 27, 2008 8:47 AM
hu says:
 
 
Aug 24, 2008 10:01 AM
 
click to commentclick to comment As tuas mãos são baloiços que me embalam nessa viagem de ida e volta que percorro... as tuas mãos são cama onde repouso e permaneço. Nas tuas mãos eu encontro o verdadeiro sentido da vida, são o espelho de mim mesmo, a verdade escrita pelo reencontro, a realidade escrita pelas mãos do destino fadado. São suaves, são macias, são fonte de água onde mato a sede... click to comment As tuas mãos de sangue vivo que percorrem o meu corpo em carícias, as tuas mãos que me desenham nos papéis rasgados da pureza, as tuas mãos que me pintam no hoizonte da clarivivência. São o meu silêncio e a minha fala, a minha presença e a minha ausência, quando apertadas é nelas que encontro o dom da protecção, quando abertas nelas encontro o dom da liberdade... As tuas mãos de seda feitas são as minhas âncoras neste mar de desafios que me atormenta e castiga, são a calmaria de um dia entre as noites tempestuosas... click to commentclick to commentclick to comment
 
Aug 23, 2008 11:52 AM
 
click to comment Olhava pela última vez o mar porque ontem é a abstracção da ambiguidade e a última vez já é hoje no vácuo de ontem, sem sofisma ou bruma. Olhava-o e sorria não fora ele ainda uma criança sem medos, sem o drama de olhar o mar pela última vez. Aí nascera sabia-o há milhões de anos depois do colapso dos dias . como o vento das searas e a nuvem que esbate o céu . na onda que dissolve as noções de tempo nos silêncios, na bruma da claridade . a abstracção de ontem a última vez a ver o mar . no seu silêncio o colapso do tempo já hoje. click to comment
 
Aug 14, 2008 4:47 AM
 
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Aug 5, 2008 3:27 PM
 
click to commentAs tuas mãos na água... Cheias de rios, cheias de nada. Os rios correram, a água brincou. As tuas mãos em vão tentaram agarrar a água que se escapou. Da fonte jorra o riso derretido. Água cristalina que forra as cores de um sentimento sentido. A água tem a cor que se quiser dar. Contem o forte brilho do amor e tons dum peixe pálido a passear. As tuas mãos na água... Chapinham cheias de tudo. click to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to commentclick to comment



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