Se calhar esperamos demasiado das palavras. Os seres humanos desenvolveram linguagens extremamente sofisticadas mas, mesmo assim, têm constantes problemas na comunicação! (...) Estive sozinho com treze golfinhos durante talvez uma hora. Como posso contar a história? Onde estão as palavras? Porque é que não consegui falar com ninguém a seguir, ou responder às perguntas sobre como foi? (...) A mensagem não era sobre como podemos interagir com os golfinhos e aprender a comunicar com eles, mas sim como é que nós, humanos, podemos comunicar com a nossa espécie. Tente usar essa mesma capacidade dócil de comunicar para se relacionar com aqueles que estão mais próximos de si. Primeiro, tenha bem a certeza de que quer comunicar. Relaxe, centre-se em si mesmo e repare em tudo o que puder sobre aqueles com quem está a falar. Depois olhe-os nos olhos e simplesmente fale. O truque da comunicação é ouvir bem. Deixe os outros acabar de falar antes de responder. Às vezes, não é precisa outra resposta para além do simples reconhecimento: a capacidade de ouvir dá mais força ao orador. Quando um golfinho resolve dar toda a atenção a um ser humano, consegue detectar os sinais não verbais mais subtis, que muitas vezes o ser humano nem se apercebe que está a fornecer. Ouvir requer mais do que escutar: requer o envolvimento do coração, da mente e de outros sentidos, tanto como a da audição. Tente dar aos outros toda a atenção quando falam consigo, ouvindo com todo o seu corpo e vendo para além das palavras. In “Sabedoria dos golfinhos” de Susan Yoder e Mayor Benton
Um Beijooo grande grande. Já te citei ("Mulheres façam uma alimentação saudável....") a uma data de amigas.Adorei.Tem muita piada. Mas já agora diz-me lá onde que se vende disso? No Celeiro? ;) LOL
Olá, querida Catarina ! PINTAR O SONO - Em todo o sono habita o sonho que, mesmo a preto e branco, se pinta por dentro na solidão de nós próprios e faz despertar recantos que nos trazem recados achados e por vezes perdidos no tempo. No sono, esse exercício mágico em que deciframos o nosso mundo interior ao subirmos os seus degraus ou ao nos deixamos mergulhar na tela incolor, que assim se nos revela como reflexo de vivências “tocadas” mas nem sempre registadas em todo o seu esplendor, há que implantar o sonho e dar-lhe cor, porque todo o sono é pintado de invisíveis cores e nele há sombras que são gente, soldados de esperança e também generais de medo, perdas e vitórias, conselhos, desejos e incríveis revelações. No sono é preciso dar tempo ao sonho e não ter pressa em despertar porque não há inutilidade nessa espera. É na procura do sonho que não desesperamos na espera de tudo aquilo que não vai acontecendo. Há pois que persistir na vontade de dar cor à tela crua ao invés de mergulhar no esquecimento das cores que nos povoam. Mas há sobretudo que ter vontade de pintar o sono! Uma paleta de beijos de cores variegadas para colorir o teu fim de semana...que seja excelente. SwáSthya