A primavera está cá. Mas dentro de mim a implodir, sinto a roupa a rasgar-se nesta vontade que não sei se dominarei e tão pouco se quero. Tudo culpa tua. Estou viva. Continuo viva na lembrança de cada pedaço de pele dos teus lábios. E isso revolta-me e deixa-me zonza ao mesmo tempo.