Confundes-me, olhas e confundes-te
nessa confusão atribulada que te visita
sempre que me procuras e me encontras;
Confundes-me, tocas e confundes-te
quando sentes o quente que de mim emana
e pensas que é tua a semente do desejo;
Confundes-me, beijas e confundes-te
nos lábios oferecidos de pronto
na procura de língua que te acompanhe;
Confundes-me, sorris e confundes-te
porque me dedicas o que nunca procurei
sem ter para dar outra simpatia;
Ah! como queria ser confusão maior,
um boato que em nós começa e acaba;
confundo-te, amas e confundo-me!
nessa confusão atribulada que te visita
sempre que me procuras e me encontras;
Confundes-me, tocas e confundes-te
quando sentes o quente que de mim emana
e pensas que é tua a semente do desejo;
Confundes-me, beijas e confundes-te
nos lábios oferecidos de pronto
na procura de língua que te acompanhe;
Confundes-me, sorris e confundes-te
porque me dedicas o que nunca procurei
sem ter para dar outra simpatia;
Ah! como queria ser confusão maior,
um boato que em nós começa e acaba;
confundo-te, amas e confundo-me!














