| 16 Julho 2007 | 10:20 |
“Inovar e surpreender”
A equipa jovem garante revolucionar as noites de verão em Lisboa. Ponto obrigatório para os amantes da música electrónica, STUDIO abriu portas este fim-de-semana e recebeu uma enchente. O rosa10 esteve lá. Ali, tão em cima do Tejo…
O “Studio” encheu este fim-de-semana. O novo espaço gerido por uma equipa jovem, Pedro Machado Borges, Hugo Capão, Diogo Anjos e assessorado por Tristana Esteves Cardoso e Artur Vieira [os três últimos na fotografia, em cima] foi um sucesso.
“Pode até chamar-se de invasão lisboeta. Os números, felizmente, não enganam: cerca de 4 mil pessoas, entre artistas, músicos e amigos animadíssimos responderam à chamada. Foi um sucesso de estreia”, adiantou ao rosa10 o gerente Diogo Anjos. Foram muitas horas de música electrónica numa noite “tão bem passada e com um balanço tão positivo. Exactamente o que pretendíamos, inovar e surpreender”.
“É uma lufada de ar fresco. É um conceito arrojado, que rompeu com o conceito comercial e que começa agora a ter um feed-back muito positivo. As iluminações do espaço e projecções são boas, quatro bares à disposição, com uma esplanada grande, espaço de puffs, onde as pessoas podem conversar a vontade. Uma decoração simples, mas confortável, e bem perto do centro de Lisboa”, acrescentou o assessor de imprensa, Artur Vieira.
É assim que o antigo T-Club passa a ser um dos palcos privilegiados da noite lisboeta, quer visualmente, com o rio Tejo e a estátua dos Navegadores como cenário, quer como referência primordial da música electrónica, que oferece a todos os apreciadores. Um ambiente novo, com uma média de idades entre os 25 e os 35 anos. Por lá passaram muitas caras conhecidas da moda, televisão e teatro.
“Faltava o STUDIO, faltava este conceito”
Para a assessora de imprensa, Tristana Esteves Cardoso, este era o espaço que faltava em Lisboa. “Faltava o STUDIO. Faltava em Lisboa um espaço físico, lindo como este, com óptimas condições e depois, claro, a música electrónica”.
No seu entender, o mérito vai para a coragem dos jovens gerentes: “Os três são especiais. Primeiro pela força que tiveram em abrir um espaço, que tem o peso do T-Club, com as coordenadas que eles abriram. Não há nenhuma casa em Lisboa que tenha três pessoas das idades deles com um conceito destes. É preciso muita coragem e vontade de modificar alguma coisa”.
A programação deste novo espaço nocturno pretende ser vocacionada para atrair novos públicos. Um ciclo de 13 fins-de-semana reúnem um conjunto dos melhores dj..s, que simbolizam a postura de quem pretende marcar a diferença. “Festas variadas vão surgir, com vários temas, são 13 fins-de-semana, para um mercado jovem. Seleccionámos os melhores Dj..s portugueses e internacionais. Foi todo um trabalho duro, mas compensador”, rematou Tristana.
26 noites, 13 fins-de-semana, ao som de boa música electrónica.
Para terminar, já bem de manhã…
Texto: Ana Pedro - Rosa10
http://www.rosa10.com/detalhe.php?id=4348
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