"Interpreto o nosso amor como uma casa desenhada por um menino de 6 anos. É algo simples, básico, mas como aquela criança a desenhou, mais ninguém desenha e toda a gente lhe dá valor, porque provavelmente é a primeira casa desenhada por ela. Antes essa criança desenhava apenas tejolos soltos (a nossa amizade), depois desenhou a casa e foi desenhando prédios e depois arranha-céus, até que desenhou o mundo, o meu mundo.. TU! Agora este mundo foi desenhado a caneta, já ninguém o destrói ou apaga, é para sempre. Dás-me o teu "para sempre"?!"