" Continuas por cá, a fazer o quê não sei. Mais fácil assim, não é? Remendaste com bocadinhos meus, satisfeito porque quando me lês me tens despreocupadamente, sem mexeres uma palha. Eu, a jeito, pronta a usar, de uma vez ou às prestações, sem dores nem preocupações. Ah, que descanso, livre da urgência e da marcação serrada, dos telefonemas a desoras e do querer sempre mais, porque não agora, porque não mais vezes, quero mais de ti, quero mais e mais e mais. E que bom para mim também, não te fartas nem me desiludes, não me fodes nem me abandonas, não me enganas nem me aldrabas, não me baralhas, não me desconcertas, não chegas tarde e a más horas, não te vens em três minutos, não me deixas a arder na cama nem me juras que a vais deixar. "