Uma pessoa não é apenas ela própria como também o ponto irrepetível e singular, essencial e verdadeiramente relevante, no qual as manifestações do mundo se encontram de modo único e irrenovável. Pelo menos assim o disse Herman Hesse, que a minha mulher vai citando aqui e ali... Portanto, fica bonito ter a coisa assim no abstracto e evita problemas descritivos demasiado complexos! CERTO?